Começa
hoje uma nova fase na vida daqueles que amam desbravar terras, mares
e outros ares na Grande Vitória. Munidos de caneta, papel, um
smartphone e uns biscoitos, eu (Felipe Belsholff) e meu grande amigo
Lúcio Andrade vamos começar a desbravar essa terra assim como nossos
parentes de longa data, os Tupis, fizeram. Porém como índios do
século XXI, a parada aqui não vai se resumir a mato, cachoeiras,
praias e algumas montanhas. O objetivo maior desse projeto é fazer os chamados "programas de índio" com um olhar jovem e de diferentes pontos de vista, partindo das
características visuais (o mato, a cachoeira...), características
históricas, e principalmente as humanas, além dos acontecimentos
rotineiros que cercam aquele local.
No
âmbito visual teremos a parte mais turística do projeto. O turismo
é algo que permite à muitos a sanidade mental. É momento para
espairecer, colocar a cabeça no lugar, renovar as energias. Seja em
uma viagem a Vegas ou a ida a uma praia que você nunca foi, permitir
a si o contato com o desconhecido é obter um novo aprendizado a cada
pixel visualizado, a cada decibel ouvido... O desconhecido tem como papel fazer as
pessoas se questionarem, evoluírem e encontrarem as respostas que
tanto procuram, e dessa forma sentirem-se prontas para mais uma
batalha. Turismo é o nosso refúgio e por isso ele é o objeto do nosso trabalho, o nosso “press
start”.