29.7.14

IaNoMoney – Nunca foi tão barato fazer programa de índio!


Começa hoje uma nova fase na vida daqueles que amam desbravar terras, mares e outros ares na Grande Vitória. Munidos de caneta, papel, um smartphone e uns biscoitos, eu (Felipe Belsholff) e meu grande amigo Lúcio Andrade vamos começar a desbravar essa terra assim como nossos parentes de longa data, os Tupis, fizeram. Porém como índios do século XXI, a parada aqui não vai se resumir a mato, cachoeiras, praias e algumas montanhas. O objetivo maior desse projeto é fazer os chamados "programas de índio" com um olhar jovem e de diferentes pontos de vista, partindo das características visuais (o mato, a cachoeira...), características históricas, e principalmente as humanas, além dos acontecimentos rotineiros que cercam aquele local.

No âmbito visual teremos a parte mais turística do projeto. O turismo é algo que permite à muitos a sanidade mental. É momento para espairecer, colocar a cabeça no lugar, renovar as energias. Seja em uma viagem a Vegas ou a ida a uma praia que você nunca foi, permitir a si o contato com o desconhecido é obter um novo aprendizado a cada pixel visualizado, a cada decibel ouvido... O desconhecido tem como papel fazer as pessoas se questionarem, evoluírem e encontrarem as respostas que tanto procuram, e dessa forma sentirem-se prontas para mais uma batalha. Turismo é o nosso refúgio e por isso ele é o objeto do nosso trabalho, o nosso “press start”.