Natural
de Anchieta mas guarapariense desde o primeiro dia de vida, essa fera
aí tem dois amores: natureza e pessoas. Também gosta de misturar as
duas coisas e olha com bons olhos tudo aquilo que se assemelha a
elas, muito embora sua graduação não tenha nada a ver com ambas,
ainda.
Ao
contrário do que podem pensar, não é interiorano e considera
Vitória um ótimo lugar para morar, muito pela qualidade de vida
que proporciona de forma mais barata que capitais mais badaladas. Como
95% dos brasileiros, sonha um dia morar fora, afinal para suprir a
obsessão por conhecer pessoas e culturas, será preciso.
Bloga
porque gosta de compartilhar seus pensamentos, experiências e
questionamentos. É da área de exatas e não escreve como o tio Pasquale ensinou. Não sonha ser famoso, nem muito menos quer uma vaga
na secretaria/ministério do turismo devido a possíveis serviços
prestados. Seus sonhos são: Ajudar a máquina-homem a não ser controlada
pela máquina-cibernética, embora ele mesmo seja um corrompido nesse
caso (psicólogos que perdoem-o); e que o mundo seja mais pautado nas pessoas e não no capital de giro. Ambos bem utópicos, mas se alguém não sonhar, como faz?
Se
encanta pelo diferente e toma isso como forma de viver. Não quer ter carro, não quer ter rios de dinheiro, pois não vê o dinheiro
como objetivo de vida, mas como meio de atingi-los. Quanto menos preocupação com dinheiro, mais tempo para fazer aquilo que realmente importa. Tem
espasmos com o termo 'ostentação', apesar de não ser santo, até
por entender que nem sempre ela é proposital.
Crítico,
não tem o poder de sintetizar aquilo que fala, é cabeça-dura aos
olhos de quem tem preguiça de argumentar, porém entende que existem
horas e horas para papos cabeça e essas não são na hora do
futebol, do cinema, do sexo, do rock e da paquera ou daquele show que
pagou-se muitos dinheiros para ir.
Inicialmente
tímido, sério, tá aprendendo a sorrir para as fotos, e não tem o dom do xaveco,
mas é auditivo, tem capacidade para entender situações, e se der
corda, vai empolgar e falar muito. Seu coração é enorme e se
importa em entender os outros a fundo, como quem quer entender a
matéria não só pra prova como pra vida, além de processar o que
ouve para tomar como aprendizado para si. Se algo é novo e chama-o a
atenção, o interesse é automático.
E por
fim, umas considerações:
- Não, ele não tem sotaque de capixaba porque capixaba não tem sotaque.
- Sim, ele é muito influenciado pelas gírias dos estados vizinhos, como todo espiritossantense.
- E ainda sim, tem espaço para falar "esburrar", "pocar", e os vocábulos guaraparienses tradicionais, TCHO e TOXO!
;)