As vezes
acho que entre o caminho entre a Enseada do Suá (veja aqui) e a Ilha
do Boi, sem querer botei o pé dentro de um avião e fui parar em
algum bairro dos EUA, com aquelas casas de ruas arborizadas e muros
baixos que eu via nos filmes da Sessão da Tarde quando pequeno. Mas
eu tinha que acordar, afinal, ao norte eu via a Ilha do Frade e a
Curva da Jurema, e ao sul, a 3ª ponte e seus amigos tavam pedindo pra eu tirar uma outra foto das poses deles, e eu não resisti.
Por sinal, tava na hora de parar de se encantar pela turma lá do sul
e tocar o barco, em busca de algo tão belo quanto. E não é que
achei rapidinho nessa ilha que o aterro trouxe para o continente?!
25.8.14
20.8.14
IaNoMoney Grand Tour 001 – Praia e Enseada do Suá
Já tinha passado da hora de visitar a região que sempre está nas fotos de cartões postais do nosso estado. Andar por perto da Assembleia Legislativa, Shopping Vitória, e até mesmo pela 3ª ponte é algo comum para grande parte do povo capixaba, mas, embora normal, existia algo que pedia ao índio Belsholff para ir naquela praiazinha debaixo da ponte. Algo que dizia a ele: “Lá é foda!”, que poderia-se ver a ponte, o Batalhão de Infantaria e o Convento da Penha sobre novos ângulos, sem necessariamente faltar um deles, ou que algo os sobrepusesse.
9.8.14
IaNoMoney Gourmet 001 – Restaurante Popular de Vitória
O
primeiro texto à vera desse novo canal não se trata de um programa
de índio para a grande maioria da população da Grande Vitória. E,
particularmente, o índio Belsholff aqui acha que todos um dia
deveriam passar por tal experiência, porque, cara, foi um choque de
realidade gigante. Eu e o índio Andrade resolvemos sair da nossa
zona de conforto e ir almoçar no Restaurante Popular de Vitória
– RPV. Agora, vamos contar as nossas impressões.
8.8.14
about:belsholff
Natural
de Anchieta mas guarapariense desde o primeiro dia de vida, essa fera
aí tem dois amores: natureza e pessoas. Também gosta de misturar as
duas coisas e olha com bons olhos tudo aquilo que se assemelha a
elas, muito embora sua graduação não tenha nada a ver com ambas,
ainda.
Ao
contrário do que podem pensar, não é interiorano e considera
Vitória um ótimo lugar para morar, muito pela qualidade de vida
que proporciona de forma mais barata que capitais mais badaladas. Como
95% dos brasileiros, sonha um dia morar fora, afinal para suprir a
obsessão por conhecer pessoas e culturas, será preciso.
Bloga
porque gosta de compartilhar seus pensamentos, experiências e
questionamentos. É da área de exatas e não escreve como o tio Pasquale ensinou. Não sonha ser famoso, nem muito menos quer uma vaga
na secretaria/ministério do turismo devido a possíveis serviços
prestados. Seus sonhos são: Ajudar a máquina-homem a não ser controlada
pela máquina-cibernética, embora ele mesmo seja um corrompido nesse
caso (psicólogos que perdoem-o); e que o mundo seja mais pautado nas pessoas e não no capital de giro. Ambos bem utópicos, mas se alguém não sonhar, como faz?
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