Depois de algum tempo parado, sem escrever, devido ao fim do
período na grande escola de tecnologia indígena que é a UFES, o
índio Belsholff volta a fazer seus programas e desa vez na sua
terra. Ele encontra uma cidade mudada, pelo menos no nome, e agora é
carinhosamente chamada de GuaraParis. Já os problemas continuam os
mesmos, e segundo o prefeito, é tudo culpa do amontoado de turistas
farofeiros que vem pra cá, há no mínimo, 30 anos. Enfim, não vem ao
caso. O que não muda são as belezas desse litoral cheio de
enseadas, e é pra uma delas que o índio foi esses dias: A Enseada
Azul, no litoral sul de Guarapari.IaNoMoney
1.1.15
IaNoMoney Bike Life 002 – Costa Sul de Guarapari
Depois de algum tempo parado, sem escrever, devido ao fim do
período na grande escola de tecnologia indígena que é a UFES, o
índio Belsholff volta a fazer seus programas e desa vez na sua
terra. Ele encontra uma cidade mudada, pelo menos no nome, e agora é
carinhosamente chamada de GuaraParis. Já os problemas continuam os
mesmos, e segundo o prefeito, é tudo culpa do amontoado de turistas
farofeiros que vem pra cá, há no mínimo, 30 anos. Enfim, não vem ao
caso. O que não muda são as belezas desse litoral cheio de
enseadas, e é pra uma delas que o índio foi esses dias: A Enseada
Azul, no litoral sul de Guarapari.11.9.14
about:andrade
Diferente de Drummond, o índio Andrade é meio poeta de um mundo caduco. Não que saia por aí distribuindo entorpecentes e cartas de suicida, mas, de vez em quando – ou bem de quando em vez – sai para beber com os amigos e escreve sobre balões azuis que viu, enquanto passava de ônibus, rodopiando no vento sobre os céus da avenida movimentada.
Seja em Vitória, a “taba” onde vive, seja em Guarapari, a “taba” onde viveu, ou em qualquer outro lugar do mundo que seja interessante, gosta, como ninguém, de um bom programa de índio – barato e divertido, de preferência. Não que tenha todo o tempo do mundo para isso, mas, do pouco tempo que tem, tenta e quer que seja em boa parte para isso!
9.9.14
IaNoMoney Bike Life 001 – Vitória à Guarapari
Bom dia sábado! Porque
acordaste tão frio? É eu sei, eram 5h e a cama pedia pra ficar.
Talvez errado estivesse eu em estar de pé aquela hora, e não o dia,
em amanhecer frio. Pra piorar, a diversão da noite passada ainda
batia. Pelo paladar, pelo cheiro, pelas lentes que ainda estavam nos
olhos, que mostravam que tudo foi tão divertido que nem as mínimas
coisas foram feitas. Ou seja, tudo indicava que devia ficar em casa,
dormir mais, curtir mais um pouco daquela vibe que fazia tempo que
não sentia... PORRA NENHUMA!!! Três horas de sono não conseguiram
tirar minhas positives vibrations. Eu queria mais! E fui buscar longe
às 6h da manhã!
Era dia de fazer
doideira! Era dia de chutar a caixinha de “normal” pra longe.
Morfar, evoluir, elevar o ki ou invocar o Exódia, era dia de voltar
a infância. Essa de molecão pedalando pra todo lado, como se o
motivo da vida fosse apenas andar de bicicleta. Particularmente,
estava me devendo essa há anos, e aquele sábado era dia de pagar a
dívida com minha vida de índio moleque, que tava sumindo, enquanto
morava na capital. Era dia de meter o pé no pedal de Vitória até
Guarapari, de 55 km de casa à casa, de RIDE LIFE! So, c'mon let's
go!
25.8.14
IaNoMoney Grand Tour 002 – Ilha do Boi
As vezes
acho que entre o caminho entre a Enseada do Suá (veja aqui) e a Ilha
do Boi, sem querer botei o pé dentro de um avião e fui parar em
algum bairro dos EUA, com aquelas casas de ruas arborizadas e muros
baixos que eu via nos filmes da Sessão da Tarde quando pequeno. Mas
eu tinha que acordar, afinal, ao norte eu via a Ilha do Frade e a
Curva da Jurema, e ao sul, a 3ª ponte e seus amigos tavam pedindo pra eu tirar uma outra foto das poses deles, e eu não resisti.
Por sinal, tava na hora de parar de se encantar pela turma lá do sul
e tocar o barco, em busca de algo tão belo quanto. E não é que
achei rapidinho nessa ilha que o aterro trouxe para o continente?!
20.8.14
IaNoMoney Grand Tour 001 – Praia e Enseada do Suá
Já tinha passado da hora de visitar a região que sempre está nas fotos de cartões postais do nosso estado. Andar por perto da Assembleia Legislativa, Shopping Vitória, e até mesmo pela 3ª ponte é algo comum para grande parte do povo capixaba, mas, embora normal, existia algo que pedia ao índio Belsholff para ir naquela praiazinha debaixo da ponte. Algo que dizia a ele: “Lá é foda!”, que poderia-se ver a ponte, o Batalhão de Infantaria e o Convento da Penha sobre novos ângulos, sem necessariamente faltar um deles, ou que algo os sobrepusesse.
9.8.14
IaNoMoney Gourmet 001 – Restaurante Popular de Vitória
O
primeiro texto à vera desse novo canal não se trata de um programa
de índio para a grande maioria da população da Grande Vitória. E,
particularmente, o índio Belsholff aqui acha que todos um dia
deveriam passar por tal experiência, porque, cara, foi um choque de
realidade gigante. Eu e o índio Andrade resolvemos sair da nossa
zona de conforto e ir almoçar no Restaurante Popular de Vitória
– RPV. Agora, vamos contar as nossas impressões.
8.8.14
about:belsholff
Natural
de Anchieta mas guarapariense desde o primeiro dia de vida, essa fera
aí tem dois amores: natureza e pessoas. Também gosta de misturar as
duas coisas e olha com bons olhos tudo aquilo que se assemelha a
elas, muito embora sua graduação não tenha nada a ver com ambas,
ainda.
Ao
contrário do que podem pensar, não é interiorano e considera
Vitória um ótimo lugar para morar, muito pela qualidade de vida
que proporciona de forma mais barata que capitais mais badaladas. Como
95% dos brasileiros, sonha um dia morar fora, afinal para suprir a
obsessão por conhecer pessoas e culturas, será preciso.
Bloga
porque gosta de compartilhar seus pensamentos, experiências e
questionamentos. É da área de exatas e não escreve como o tio Pasquale ensinou. Não sonha ser famoso, nem muito menos quer uma vaga
na secretaria/ministério do turismo devido a possíveis serviços
prestados. Seus sonhos são: Ajudar a máquina-homem a não ser controlada
pela máquina-cibernética, embora ele mesmo seja um corrompido nesse
caso (psicólogos que perdoem-o); e que o mundo seja mais pautado nas pessoas e não no capital de giro. Ambos bem utópicos, mas se alguém não sonhar, como faz?
29.7.14
IaNoMoney – Nunca foi tão barato fazer programa de índio!
Começa
hoje uma nova fase na vida daqueles que amam desbravar terras, mares
e outros ares na Grande Vitória. Munidos de caneta, papel, um
smartphone e uns biscoitos, eu (Felipe Belsholff) e meu grande amigo
Lúcio Andrade vamos começar a desbravar essa terra assim como nossos
parentes de longa data, os Tupis, fizeram. Porém como índios do
século XXI, a parada aqui não vai se resumir a mato, cachoeiras,
praias e algumas montanhas. O objetivo maior desse projeto é fazer os chamados "programas de índio" com um olhar jovem e de diferentes pontos de vista, partindo das
características visuais (o mato, a cachoeira...), características
históricas, e principalmente as humanas, além dos acontecimentos
rotineiros que cercam aquele local.
No
âmbito visual teremos a parte mais turística do projeto. O turismo
é algo que permite à muitos a sanidade mental. É momento para
espairecer, colocar a cabeça no lugar, renovar as energias. Seja em
uma viagem a Vegas ou a ida a uma praia que você nunca foi, permitir
a si o contato com o desconhecido é obter um novo aprendizado a cada
pixel visualizado, a cada decibel ouvido... O desconhecido tem como papel fazer as
pessoas se questionarem, evoluírem e encontrarem as respostas que
tanto procuram, e dessa forma sentirem-se prontas para mais uma
batalha. Turismo é o nosso refúgio e por isso ele é o objeto do nosso trabalho, o nosso “press
start”.
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